sábado, 29 de março de 2008
Você é feliz?
é uma pergunta tão simples, mas perdurbadora não concordam? Você pode até responder sem pensar muito, mas uma resposta sincera não pode ser dada assim, essa pergunta faz você olhar em todos os aspectos da nossa vida, olhar cada cantinho e nos faz pensar muito.
Talvez seja por isso que as pessoas não fazem essa pergunta com tanta frequencia, pense, quem foi a ultima pessoa que lhe perguntou isso? Provavelmente não se lembra, isso se algum dia alguem lhe perguntou isso. As pessoas normalmente não perguntam isso porque não querem que você passe pela mesma sensação de "procura" para a resposta ou também porque não querem ouvir alguem dizer que é infeliz...
uma perguntinha tão pequena pode causar tantos problemas...
mas eu espero que você seja uma pessoa feliz =].
quinta-feira, 27 de março de 2008
"Meu jovem colega,
Entendo sua preocupação com fármacos e neurociências. Ao saber que você é psicoterapeuta ou psicanalista (além disso, jovem), quase sempre haverá alguém que, com uma espécie de comiseração, perguntará se você não receia ter-se engajado numa profissão sem futuro. Afinal, acrescentarão, com os progressos da farmacologia e das neurociências, quem vai precisar do transtorno de uma terapia, quando poderia regrar a questão com uma pílula ou duas ou, quem sabe, no futuro, com uma pequena intervenção neurocirúrgica (laser, claro, ninguém gosta de bisturi na cabeça)?
Já lhe disse que, em regra, essas observações “a mistosas” manifestam sobretudo o temor (imotivado) que é produzido por sua presença. São jeitos de seus comensais se protegerem de um saber que eles mesmos lhe atribuem.
Só vale a pena acrescentar o seguinte: em regra, a disputa entre psicoterapia ou psicanálise de um lado e biopsiquiatria ou neurociências do outro é uma falsa disputa. Na minha experiência, quem alimenta essa oposição não conhece quase nada de psicoterapia ou psicanálise e sabe ainda menos de farmacologia e de neurociência.
Quem conhece os assuntos e pratica ou pesquisa numa das ditas disciplinas sabe que não há disputa alguma, nem
de fato nem de princípio. Se uma espécie de controvérsia ressurge regularmente, isso se deve a duas razões: para a mídia, o tema é bom para um especial do domingo; para alguns interessados (as companhias farmacêuticas e alguns profissionais das três áreas), talvez funcione a idéia de que é preciso defender sua fatia de mercado.
Deveria parar por aqui, mas, enfim, vou lhe dizer muito brevemente o que respondo quando não tenho como mudar de mesa.
Primeiro, a pretensa oposição entre psicoterapia e fármacos.
Sou materialista. Não acredito na existência de humores que não sejam alterações químicas do meu cérebro. Se alguém me xinga, se morre um amigo, se por acaso me lembro de um evento feliz de minha infância, as emoções que me invadirão, boas ou ruins, podem, sempre e legitimamente, ser descritas como fenômenos químicos que acontecem no meu cérebro. Aliás, são fenômenos químicos.
Hoje, somos capazes de descrever quimicamente algumas emoções, de uma maneira ainda incipiente, mas já relativamente fina. É ótimo, porque isso abre a possibilidade de agir sobre essas emoções.
Fico triste porque meu amigo morreu; quem sabe no futuro exista um inibidor da captação da serotonina de
A farmacopéia pode agir sobre a causa de meu humor (e não apenas sobre meu humor) quando meu humor não é só um estado químico (este é sempre o caso), mas é também de origem química. Por exemplo, uma depressão produzida por uma insuficiência da tireóide é um humor de origem química, que é, portanto, propriamente curado em sua causa por um suplemento hormonal correto.
Esses casos são relativamente raros. Mesmo as depressões ditas endógenas (ou seja, que não parecem ser causadas por fatos externos à vida do paciente) são, em geral, efeito de processos complexos de pensamentos e representações. O que, de novo, não significa que não sejam descritas adequadamente em termos químicos.
Ora, é óbvio para qualquer psicoterapeuta que, em muitas situações, é aconselhável tentar modificar o humor do paciente quimicamente. Por exemplo, um paciente de
Mas ninguém, com a exceção talvez dos acionistas das companhias farmacêuticas, sonha com um mundo em que as causas de nossos afetos seriam sistematicamente negligenciadas e nossos humores pacificados com uma contínua intervenção química capaz de impor ao cérebro um equilíbrio ideal.
Todos sabemos que, por mais que eu tome a pílula mágica na hora da morte de meu amigo, algum dia terei de enfrentar a dor de um luto. A não ser que decida viver para o resto de minha vida sob anestesia.
Vamos às neurociências.
Aqui a idéia de um conflito é mais engraçada ainda. Parece que os próprios psicoterapeutas e psicanalistas adoram encontrar nas descrições neurocientíficas alguma confirmação de suas hipóteses.
Estaríamos todos esperando que alguém nos aponte onde está o supereu, onde está o inconsciente. Cadê minha mãe, cadê meu pai? Ou então torcendo para que as descrições da atividade neuronal nos digam enfim o que é uma lembrança, o que é uma associação, como se impõe um pensamento obsessivo, como somos invadidos por uma fantasia sexual etc.
É bem possível que um dia as neurociências correspondam a nossas expectativas. O que será de grandíssima ajuda na clínica de lesões cerebrais e disfunções de todo tipo etc.
No entanto, os efeitos dessas descobertas sobre a prática da psicoterapia ou da psicanálise serão mínimos, se não nulos. Porquê? Porque a descrição neurocientífica de nossa atividade cerebral não altera nem um pouco as condições de nossa experiência. Um exemplo vai logo explicar.
Imagino que você não acredite na existência de uma alma fora do corpo e diferente dele. Você também sabe que o corpo humano, com cérebro e tudo, é um complexo de células e moléculas, sem contar os íons. Em particular, você sabe que somos compostos de 70 a 75% de água.
Agora, será que, em algum momento, você se enxerga mesmo como 40 litros de água e uma espiral de DNA? Claro que não. Sua experiência da vida não é modificada por esse saber, do qual você está justamente convencido. Uma coisa é a descrição científica de nós mesmos, outra coisa é nossa experiência.Se um dia alguém descobrir o eletrodo certo (e o lugar correto onde aplicá-lo, claro) para que eu pare de pensar num acidente cuja lembrança não me deixa dormir, imaginemos que eu peça para ser livrado dessa lembrança. Ora, na hora da intervenção, mesmo que eu seja neurocientista, minha experiência do que estará sendo feito comigo será a experiência de uma mudança imposta à minha subjetividade, não a meus neurônios. A descrição neuronal da subjetividade não altera nossa vivência subjetiva.
Procurar uma correspondência entre a sensação de que o olhar de Deus paira sobre mim e uma repetida agitação neuronal em alguma área do meu cérebro é fútil.
Cada descrição introduz a possibilidade de clínicas diferentes sobre objetos diferentes. A conversa entre essas descrições e essas clínicas é de grande interesse, mas é tudo, salvo um conflito.
Esse pequeno texto foi tirado deste fantastico livro que estou lendo e eu o coloquei aqui para ilustrar um antigo pensamento meu. Há algum tempo eu tinha minhas duvidas sobre psicofarmacos, eu achava que eles eramapenas uma mascaração de um problema que deveria ser resolvido por psicologos.
Hoje eu vejo diferente, hoje sei que diversas doenças tem fundo somente fisiologico e que elas se refletem no psicologico, mas é claro que também não se pode negar o fato que varios problemas psicologicos refletem no fisico e que, psicofarmacos as vezes são necessarios para amenizar os problemas, mas sem uma psicoterapia adequada, o problema não se resolverá.
2 dicas: 1ª: entedam sobre algo antes de ir contra isso, preconceito não é algo bom.
2ª leiam este livro, mesmo que não faça psicologia, pois ele é muito bom.
domingo, 23 de março de 2008
Feliz pascoa
sábado, 22 de março de 2008
Células Tronco
A grande discução no programa era: Quando começa a vida? Pois para o estudo com as celulas tronco eram necessarios embriões fecundados, e a discução era sobre se os embriões já estavam vivos ou não, pois sabemos que as células estão vivas, mas não é uma "vida humana" ainda, simplesmente uma discução filosofica. E realmente essa pesquisa poderia salvar milhares de pessoas. Mas as vezes eu me pergunto o que aconteceria se ninguem morresse? É, se descobrissem a cura para todas as doenças e ninguem mais morresse. Pense bem, antigamente as pessoas morriam relativamente cedo, mas com o avanço da medicina, a expectativa de vida cada vez aumenta, e a população em nosso planeta sobe vertiginosamente a cada ano, mas o que acontecerá quando não haver comida suficiente para tantas pessoas? e água?
A morte é algo ruim, pelo menos acreditamos que sim, eu não desejo a morte para ninguem, mas devemos pensar que isto é algo normal e que faz parte do ciclo de vida de todas as especies e se isto acontece tem um motivo. è algo cruel dese dizer mas é verdade, meu unico medo é a escasses de recursos naturais e a falta de comida e aguá para as novas gerações, pode ser cruel, mas penso que a algumas doenças que não devem ser encontradas as curas...
Dia Mundial da Água
A água constitui cerca de 2/3 do nosso planeta é constituido por água, parece muito, mas infelizmente não é. Desta enorme quantidade, apenas 3% é potavel, sendo que 90% destes 3% estão nas geleiras da Antartida. e contando que em 2007 a população na terra alcançou o consideravel número de 6.600.000.000 Pessoas, bastantes zeros não acham?
Por isso devemos tomar conta da nossa água, o que não é feito, pois poluimos nossos rios, desperdiçamos a água tratada e muito mais, e não tomamos precauções para isso, quando realmente formos nos dar conta, talvez já seja tarde d+, e dai não havera mais volta.
Espero que meus filhos tenham água para tomar...
quarta-feira, 19 de março de 2008
Terapias alternativas
Para quem não sabe, terapias alternativas são terapias que não tem sua eficacia comprovada cientificamente e por isso o Conselho de psicologia não permite que psicologos usem estas como ferramenta de trabalho, como por exemplo os Florais de Bach e a Cromoterapia.
A grande questão é que muitos psicologos tiveram bons resultados usando estas tecnicas e querem que o conselho permita-os a ultiliza-los, o que causa divergencias enquanto a isso, pois como não são cientificamente comprovados, seria um erro o conselho permitir o uso destas ferramentas pois mancharia a imagem dos psicologos se não funcionassem.
Eu acredito em diversas terapias, mas por exemplo, na minha crença em um psicologo se abateria muito se ele quisesse ler as cartas para mim. Outra questão é os florais de bach, eles são medicamentos e sou definitivamente contra que psicologos deem medicamentos ao seus pacientes.
Para mim a questão seria de uma longa pesquisa cientifica para provar a eficacia ou não das terapias alternativas e assim regularizar o ensino no país, deixando apenas para profissionais com espcializações nestas areas trabalharem com isso. Assim como aconteceu com a acupultura e muitas outras.
terça-feira, 18 de março de 2008
Musicas
"se alguem já lhe deu a mão e não pediu mais nada em troca, pense bem, pois é um dia especial, eu sei, não é sempre que gente encontra alguem que faça o bem, que nos leve deste temporal... mas te vejo sinto o brilho deste olhar, que me acorda e me traz força pra encarar tudo..."
"...so o que é bom dura tempo bastante pra se tornar inesquecivel..."
"..quero teu amor ao amanhecer e acordar beijando você, e ao entrar no mar vou pedir ao céus que Iemanja proteja você..."
" ...quem um dia ira dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração, e quem ira dizer que não existe razão..."
"...Não deixe nada pra depois, não deixe o tempo passar, não deixe nada pra semana que vem, porque semana que vem pode nem chegar..."
"..nossas vidas nossos sonhos tem o mesmo valor, eu vou com você aonde você for, eu descobri que é azul a cor da parede da casa de Deus, não há mais ninguem como você e eu"
"...por isso peço que voce nao viva a se enganar, acreditando em tudo que ve,nas coisas futeis que se pode tocar, ponha fé nas coisas do coração, bote em pratica na vida o bem nas coisas simples se guarda a essencia que levaremos muito mais além. como é bom ver o sol se por, bom e sentir o amor..."
"...o acaso vai me proteger enquanto eu andar destraido..."
"...quando a chuva passar, quando tempo abrir, abra a janela e veja eu sou o sol, eu sou céu e o mar, eu sou seu enfim, e o meu amor, é a imensidão...só qro ti lembrar de quando a gente olhava as estrelas as horas que passamos juntos a gente só queria amar e hoje eu tenho certeza a nossa história não termina agora, e essa tempestade um dia vai acabar..."
"...não precisa mudar, vou me adaptar ao seu jeito, seus constumes seus defeitos, seus ciumes suas caras, pra que mudalas.... e eu sei que no final fica tudo bem, a gente se ajeita na cama pequena, te faço poema e te cubro de amor..."
"...foi pouco tempo mais valeu, vivi cada segundo..."